sábado, 26 de setembro de 2009

MULTIPLICAÇÃO SOBRENATURAL


Palavra Ministrada em 23 de Setembro de 2009.

Ao cair da tarde, os discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Este é um lugar deserto, e já está ficando tarde. Manda embora a multidão para que possa ir aos povoados comprar comida”. Respondeu Jesus: “Eles não precisam ir. Dêem-lhes vocês algo para comer”. Mateus 14. 15,16

Não há limites para o que Deus pode fazer por nós. Somos limitados apenas pelo nosso fracasso em enxergar e esperar sua provisão.
Teria você alguma necessidade financeira impossível de resolver, humanamente falando?
Nesta Palavra, vemos a descrição de uma grande necessidade. Uma multidão de cinco mil homens, além de mulheres e crianças, seguira Jesus até O DESERTO. Eles estavam cansados e famintos, e não havia nada para comer.
Ao meditar nessa conhecida passagem, pensemos nas carências que temos na vida – as necessidades básicas de nossa família e de nosso ministério.
Jesus e os discípulos estavam diante de uma GRANDE NECESSIDADE. A multidão precisava alimentar-se, e eles não tinham recursos suficientes para comprar os mantimentos. Filipe disse a Jesus: “Duzentos denários não comprariam pão suficiente para cada um recebesse um pedaço!” (Jo 6.7). Um denário equivalia ao salário de um dia. Seriam necessários oito meses de trabalho para comprar pão que matasse a fome de toda aquela gente.
Os discípulos reagiram diante de tal necessidade dizendo a Jesus que mandasse as pessoas embora. Eles declararam: “Manda embora a multidão para que possa ir aos povoados comprar comida” (Mateus 14. V.15).
Os discípulos queriam dispensar o povo porque estavam enxergando apenas a impossibilidade da situação. Estavam limitados aos recursos naturais. Vejamos a reação de Jesus. Ele disse aos seus discípulos. “Eles não precisam ir. Dêem-lhes vocês algo para comer” (Mateus 14. V.16).
O mestre sabia que, com os recursos naturais, eles não teriam o suficiente para alimentar mais de cinco mil pessoas. Entretanto, ordenou aos discípulos que providenciassem comida assim mesmo. Por quê? Para testar a fé deles.
Podemos ver todos os recursos celestiais estavam á disposição de Jesus. Ele não possuía nenhuma riqueza terrena e, no entanto dispunha de abundância para satisfazer todas as suas necessidades. Não confiou nos recursos limitados deste mundo, mas buscou a provisão sobrenatural do Pai, sabendo que Deus ia suprir aquela carência de maneira milagrosa. Jesus afirmou: “Não há necessidade de mandar embora essa gente faminta e insatisfeita. Façamos uso do suprimento ilimitado do Pai!”
Quando enfrentamos uma necessidade que aos olhos dos homens pareça impossível solucionar, será que reagimos igual aos discípulos, considerado apenas os recursos naturais, em vez de buscar o suprimento sobrenatural de Deus?
Lembre-se de que, em nossos períodos de maior necessidade, Deus se valerá de qualquer coisa que tenhamos e lhe apresentemos e a multiplicará para nos dar o que precisamos.
André disse a Jesus: “Aqui está um rapaz com cinco pães de cevada e dois peixinhos, mas o que é isto para tanta gente?” (Jo 6.9).
Jesus na estava nem um pouco preocupado. Ele sabia exatamente o que fazer. Não deixaria que os discípulos limitassem a Deus por causa dos escassos recursos que possuíam nem que confiassem apenas nesses recursos.
Em vez de despedir o povo por não ter como alimentá-lo, Jesus pediu que todos se assentassem. Tomou nas mãos o que o garoto possuía – as fatias de pão e os peixes -, ergueu os olhos para o céu, abençoou o alimento e entregou-o aos discípulos para que o distribuíssem ao povo.
Deus concedeu-lhes SUFICIÊNCIA. Eles tiveram o bastante para alimentar a todos até se fartarem e ainda recolheram muitas sobras: doze cestos cheios! Essa é a mesma SUPERABUNDÂNCIA que Deus deseja que experimentemos hoje!
Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes do rapaz e MULTIPLICOU-OS para satisfazer uma grande necessidade. Esse mesmo tipo de milagre Deus quer realizar em nossa vida hoje.
Coloquemo-nos no lugar daquele rapazinho. Os recursos naturais que possuía eram insignificantes se comparados com a grande necessidade da multidão. Os cinco pães e os dois peixes representam os nossos escassos recursos financeiros. Ao avaliar o nosso orçamento, podemos chegar à conclusão de que é insuficiente para satisfazer a necessidade de nossa família.
O rapazinho plantou uma semente. Primeiramente, entregou os cinco pães e os dois peixes a Jesus. O Mestre tomou-os, agradeceu a Deus por sua provisão e MULTIPLICOU-OS, de modo que cinco mil pessoas puderam comer até se fartarem. E não apenas isso: houve ainda uma SUPERABUNDÂNCIA, pois foram recolhidos doze CESTOS com sobras!
Você gostaria que Deus multiplicasse aquilo que você lhe entregar até que todas as suas necessidades sejam satisfeitas e com sobra?
O exemplo da multiplicação dos cinco pães e dos dois peixes para alimentar uma multidão de cinco mil pessoas mostra o tipo de milagre que ocorre quando vivemos no ciclo da provisão de Deus.
Lembremos os três segredos para viver nesse ciclo:
1- Deus nos fornecerá sementes.
2- Deus multiplicará as sementes.
3- Deus suprirá as nossas necessidades.
Paulo afirmou: “Aquele que supre a semente ao que semeia e o pão ao que come também lhes suprirá e multiplicará a semente e fará crescer os frutos da sua justiça. Vocês serão enriquecidos de todas as formas, para que possam ser generosa em qualquer ocasião e, por nosso intermédio, a sua generosidade resulte em ação de graças a Deus” (2 Co 9.10,11).
Quando entregamos o que temos a Deus, crendo na sua provisão, Ele multiplica os nossos recursos e nos concede abundância. O rapazinho plantou a semente – cinco pães e dois peixes. Deus multiplicou-os, alimentou uma multidão e ainda ouve abundância: doze cestos cheios! Se ofertarmos ao Senhor, podemos esperar essa mesma abundância.
Cristo multiplicou cinco pães e dois peixes para alimentar cinco mil pessoas, fazendo restar doze cestos. Da mesma maneira, Deus tomará os nossos cinco pães e dois peixinhos – os nossos limitados recursos financeiros – e os multiplicará não apenas para satisfazer as nossas necessidades, mas também para nos dar em ABUNDÂNCIA. Assim seremos capazes de contribuir ainda mais para a obra de Deus.
SUFICIÊNCIA DIVINA, PROVISÃO TOTAL, SUPRIMENTO CONTÍNUO! Esse é o ciclo no qual Deus deseja que vivamos!

Isaías 55:9 ao 11

Igreja, Jesus não abençoa desobediente. Temos que obedecê-lo e reconhecer o nosso estado pecador. Pois grandioso é o nosso Deus para nos perdoar.
Preste atenção: Jesus dá ordem para a multiplicação. Vejam no versículo Mateus 14:19.

domingo, 20 de setembro de 2009

DE QUE FORMA ESTOU AGRADANDO E ADORANDO A DEUS?


Palavra Ministrada em 20 de Setembro de 2009.

A Palavra de Deus relatada em Mateus 26:6-13, Marcos 14: 3-9 e Lucas 7:36-50, que Jesus foi ungido em Betânia, por uma pecadora.
Como sabemos, a Palavra de Deus conta que certo dia o Senhor Jesus estava em Betânia, jantando na casa de um fariseu, quando uma mulher, pecadora, entrou no recinto com um vaso de alabastro com perfume preciosíssimo e, quebrando (atitude) o vaso derramou (atitude) o perfume sobre a cabeça de Jesus, e o perfume exalou por todo o ambiente. Os discípulos se indignaram com o que ela fez, pois achavam que aquele perfume poderia ter “sido vendido e dado o dinheiro aos pobres”. O Senhor Jesus os repreendeu e disse que a mulher tinha feito um bem a Ele. Os discípulos sempre teriam oportunidade para fazer o bem aos pobres, mas nem sempre O teriam por perto (Jesus).
A história também fala do fariseu que recebeu Jesus em sua casa para o jantar. Enquanto o nome da mulher tivesse sido ocultado, dando-se ênfase ao que ela fez ao Senhor, o nome do dono da casa é conhecido: Simão, o leproso.
Em Mateus 26: 8 e 9 observamos que os discípulos estavam mais preocupados “em fazer obras boas”, que agradar ao Senhor. Podemos lembrar-nos daquelas pessoas que buscam a salvação pelas obras, em vez de buscá-la pela fé.
Muitas vezes, mesmo que já sejamos salvos em Cristo Jesus, ainda estamos presos às obras, temendo sermos condenados por elas. Eu quero te dizer nesta noite que, antes de pedirmos a Deus que nos dê forças para deixar de fumar, deixar a bebida, abandonar a vida promíscua, os vícios; temos que pedir a Ele que O amemos de todo o coração, amá-lo mais que tudo no mundo, e deixar de fumar, deixar a bebida, abandonar a vida promíscua, os vícios será fácil.
Quando amamos a Deus de verdade, de verdade mesmo deixamos as coisas do mundo.
Não temos que fazer boas obras para sermos salvos, as fazemos porque já somos salvos. NÃO DEIXAMOS AS COISAS DO MUNDO PARA SERMOS ACEITOS POR JESUS, mas porque O amamos de todo o coração. E podemos agradar ao Mestre também com boas obras para com Ele. Podemos passar mais tempo adorando e louvando a Deus.
O Senhor Jesus nos lembra também, em Mateus 26:11, que nem sempre O temos conosco. Não por Sua vontade, mas porque nem sempre estamos em Cristo devido ao pecado.
No Novo Testamento Jesus Cristo curou vários leprosos, porém nesse texto não é dito, com todas as palavras, que o Senhor curou Simão da lepra. Subentende-se, através da parábola contada pelo Mestre, que o devedor que foi pouco perdoado seria o fariseu em questão, assim como a mulher com o vaso de alabastro seria o devedor que muito foi perdoado (Lucas 7:41–47).
Ainda que Simão tivesse sido curado da lepra física, ele continuava sendo, por assim dizer, um leproso espiritual como podemos perceber no Evangelho de Lucas. Quando a mulher derramou o bálsamo nos pés (Lucas 7:38) ou na cabeça (Mateus 26:7 e Marcos 14:3) de Jesus, Simão duvidou da divindade de Senhor e julgou a mulher pecadora quando disse: “Se este homem fosse profeta, saberia quem e de que qualidade é essa “mulher que o toca”, pois é uma pecadora” (Lucas 7: 39).
Observamos também que o Senhor não perde a oportunidade para ensinar ao fariseu, para que este seja salvo, e exalta o ato da mulher do vaso de alabastro. O seu ato será sempre lembrado quando é contado este evangelho (Mateus 26: 6 e 13). Mas, o ato de Simão também é lembrado junto com o da mulher. Mesmo que ele tivesse sido curado da sua lepra (física), ele é sempre conhecido na Bíblia como Simão, o leproso.
Sem Jesus a nossa vida é como a lepra que, quando não cuidada, se torna fétida, purulenta, podre. A lepra espiritual só é tratada com o reconhecimento dos nossos pecados e genuíno arrependimento por eles. Simão havia recebido o Senhor Jesus em sua casa, mas não em seu coração, em sua vida.

“Nós somos o vaso de alabastro”. Jesus nos comprou por alto preço. Ao nos quebrar aos pés do Salvador, e nos entregarmos em Suas mãos, andarmos com Ele e vivermos no centro da Sua vontade, nossa vida muda, nossos atos mudam, todos percebem. Não dá para esconder. É como o perfume que a mulher derramou sobre o Senhor. Não tem como esconder. A nossa vida passa a exalar um perfume que chega às narinas do Senhor como perfume suave.

Jesus um dia se hospedou na casa de duas irmãs. Um delas colocou-se a trabalhar, a se preocupar com o que daria a Ele. A outra se assentou aos seus pés para ouvir os seus ensinamentos. Marta que trabalhava reclamou, pois Maria não fazia nada! O Senhor olhou para ela e respondeu: “Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.” (Lucas 10.41-42).

A presença do Senhor é o bem mais importante que se pode ter!

Minha oração, Igreja, é que eu e você sejamos vasos de alabastro. Que o perfume nossas vidas suba a Deus como cheiro suave e agradável. Em Nome de Jesus, Amém.

sábado, 19 de setembro de 2009

CONFIANÇA DEPOSITADA NA MISERICÓRDIA DE DEUS



Palavra Ministrada em 16 de Setembro de 2009.

“Ensina-me, SENHOR, o teu caminho, e andarei na tua verdade; dispõe-me o coração para só “temer o teu nome”. Dar-te-ei graças, Senhor, Deus meu, de todo o coração, e glorificarei para sempre o teu nome. Pois grande é a tua misericórdia para comigo, e me livraste a alma do mais profundo poder da morte”. (Leia Salmo 86 vers 1 e 2)

Este salmo é oração de um suplicante com o “coração aflito”, o qual reconhece que, somente na misericórdia divina pode descansar, ainda que apresente sua reflexão pessoal, quanto à sua piedade perante Deus.

E você, Igreja, tem reagido como diante do Poder de Deus?

O salmista inicia sua petição abrindo seu coração, demonstrando o quanto necessita do favor de Deus.

E nós, Igreja, de que maneira temos chegado diante de Deus com nossas petições? Vocês estão abrindo o coração para o Mestre com sinceridade, demonstrando o quanto você precisa e necessita do favor de Deus?

Conforme as afirmações do salmista como: “estou aflito e necessitado”, “alegra a alma de teu servo, serva”. Ainda que se apresente como servo piedoso, sabia que só poderia depositar “confiança no favor divino”, visto não haver nele nenhum mérito.

Salmista Davi, sendo ele rei sabia que não havia nele nenhum mérito,ou seja, em momento nenhum ele tirou a glória de Deus. Ele foi simples e humilde diante do Todo Poderoso suplicar o socorro de Deus.

Para firmar sua confiança, Davi faz uma importante reflexão, quanto ao seu CONHECIMENTO da PESSOA DE DEUS: “Pois tu, Senhor, és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos que te invocam”; “Não há entre os deuses semelhante a ti Senhor; e nada existe que se compare às tuas obras”.

Devemos firmar nossa confiança em Deus, pois o Senhor é bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos que O invocam. Não há entre os deuses algum semelhante ao Todo Poderoso, nada existe que se compare às Suas obras.

O conhecimento que Davi tem de Deus o leva a louvá-lO, INDEPENDENTE de ter SUA PETIÇÃO ATENDIDA OU NÃO.

Eu quero convidá-los nesta noite para adorá-Lo, para adorar a Deus independente de suas petições serem atendidas ou não. Amém.

O Deus que age em toda história é sempre digno de adoração, não apenas por responder PETIÇÕES ESPECÍFICAS. O seu desejo é expressar uma adoração verdadeira e permanente, conforme afirma: “Dar-te-ei graças, Senhor, Deus meu, de todo o coração, e glorificarei para sempre o teu nome”.

Davi reconhecia que enquanto muitos se levantavam contra ele, MOVIDOS de inveja, dispostos a derrubá-lo, DEUS, que por sua santidade, poderia encontrar nele motivos para julgá-lo e certamente, CONDENÁ-lO, o olhava com misericórdia, conforme afirma: “Pois grande é a tua misericórdia para comigo, e me livras-te a alma do mais profundo poder da morte”.

Diante de tal conhecimento, o salmista sabe que tudo e todos, cedo ou tarde, haverão de vir e prostrar-se diante do poder, bondade e misericórdia de DEUS. Não há poder que não se curve ante a majestade do SENHOR.

Podemos observar, nas palavras do salmista, que Deus, além de abençoá-lo, AGINDO FAVORAVELMENTE, este ato é também, um desafio a todo e qualquer inimigo Seu, conforme afirma o salmista: “Mostra-me um sinal do teu favor, para que VEJAM e se ENVERGONHEM os que me aborrecem; pois tu, SENHOR, me ajudas e me consolas”.

Que maravilha! As bênçãos divinas alegram o coração do salmista não só pelo benefício pessoal, mas porque também promove a exaltação do nome de DEUS.

ROMPENDO LIMITES CONQUISTANDO A PROMESSA


Palavra Ministrada em 13/09/2009.

No livro de Números, no capítulo 13, a Palavra de Deus relata a história do povo de Deus, recém-saído do Egito, diante da terra da promessa. O Senhor tirou-os da terra da escravidão e coloca-os diante da terra que mana leite e mel. Moisés levanta doze príncipes (um de cada tribo) para espiarem a terra da promessa (Números 13:1-24) e trazerem um relatório positivo e animador em relação à conquista daquele território (Números 13:25 ao33). No entanto, o relatório de dez dos doze foi de desistência e derrota: a terra era boa, mas seria impossível conquistá-la (vers 27,28,31,33).

Fixaram-se nas dificuldades e circunstâncias, deixando de ver o grande poder do Senhor que os libertou com mão forte.

Hoje muitos estão assim como eles: diante das promessas de bênçãos e vitórias para o casamento, família, relacionamento, ministério, finanças, optam por desistir de lutar pela conquista destes territórios. Muitos até confessam que há realmente promessas que precisam ser conquistadas, mas por causa de fatores limitantes em suas vidas, recuam. É preciso romper tais limites para progredirmos na conquista das promessas de Deus para nós!

FATORES QUE IMPEDEM OU LIMITAM A CONQUISTA:

1- NÃO QUERER CONQUISTAR A PROMESSA:
É difícil de acreditar, mas muitos não querem -tomar posse das bênçãos de Deus. Simplesmente rejeitam o fato de que Deus tem promessa de bênçãos para suas vidas, famílias, relacionamento, ministérios e finanças.

2- REBELDIA:
O rebelde se opõe a todo e qualquer comando sobre sua vida, inclusive aos comandos de Deus, mesmo que sejam para progredir em direção às bênçãos e às vitórias. O pecado da rebelião nos impede de progredir na conquista das promessas de Deus.

3- MURMURAÇÃO:
O murmurador não consegue ver a mão de Deus sobre sua vida, principalmente nos momentos de crise e lutas. Acha que Deus o abandonou, que está vivendo a pior de todas as crises, que Deus o enganou; enche os céus sobre sua cabeça com palavras cheias de morte e derrota. Reclama de tudo e de todos. Não consegue ver que apesar das dificuldades, a terra prometida é dele e precisa ser conquistada.

4- MEDO:
O medo paralisa as ações de conquista. Um cristão medroso se esquece do Deus Forte com quem está aliançado e, diante de qualquer relatório, derreterá seu coração e se acovardará, porque seus olhos só conseguem ver derrota, fracasso e impossibilidades. Tem gente que tem medo até de ser feliz e abençoado por Deus!

5- INCREDUILIDADE:
Há muitos que mesmo vendo os atos poderosos de Deus no seu meio, não acreditam que Deus possa abençoá-los. Não crêem na fidelidade, nem na soberania de Deus.

FATORES DE FACILITAM E AMPLIAM A CONQUISTA:

1- TER A VISÃO DA PROMESSA:
Sem visualizar o território a ser conquistado, não haverá conquista. Todo discípulo, com uma visão de Deus para sua vida, sua família e seus relacionamentos, torna-se um guerreiro conquistador e faz diferença na sua geração. Busque a visão de Deus para sua vida, família, relacionamento e ministério.

2- TER SONHOS DIVINOS EM SEU CORAÇÃO:
Todo visionário precisa ser um sonhador. Não basta ter uma visão, é preciso sonhar com ela. Através dos sonhos Deus sedimentará, em nosso coração, a Sua visão a nosso respeito. Sonhar com a promessa e com o seu cumprimento renova nossas forças e nos faz perseverar no caminho da conquista.

3- ASSUMIR DESAFIOS:
O Senhor quer que subamos e conquistemos a terra da promessa que Ele nos deu. Sempre teremos desafios diante de nós. Quando damos os passos da fé, as portas se abrem, pelo poder de Deus, diante de nós. Deus gosta de cristãos que assumem desafios, pois é através desses discípulos que as conquistas são realizadas e o Seu nome é glorificado na Terra.
Temos que ter:

4- CERTEZA DE Que DEUS ESTÁ CONOSCO:
Nosso Deus é Emanuel Deus conosco! Ele sempre estará conosco, mesmo nos momentos mais difíceis. Na progressão da conquista das promessas, Ele irá à nossa frente, preparando a nossa vitória. Deus está conosco na conquista das promessas na nossa vida pessoal, familiar, financeira, sentimental e ministerial. Lembre-se que o nosso Deus é maior do que qualquer dos nossos ADVERSÁRIOS e o Seu poder é inigualável.
Igreja, tome agora mesmo a decisão de romper com todos os fatores limitantes em sua vida e posicione-se como um guerreiro conquistador das promessas de Deus para sua vida, família, sentimentos, finanças e ministério.
No amor do Senhor.